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Luz e Sombras – 5

Luz e Sombras  – 5

Raul segurou Dani pelos ombros, olhar ainda fixado no dela. A girou em seu eixo, novamente deixando-a de costas para ele e prosseguiu em seu “trabalho”. Pegou outro rolo de cordas, o desenrolou habilmente, fazendo com que a corda usasse o corpo de Dani como caminho para isso. A corda a tocou nos seios e desceu por seu ventre e entre as pernas, fazendo com que ela suspirasse.  Ele parou, segurou-a pelo cabelo virando sua cabeça para trás e a beijando profundamente.

Tão rápido como ele a beijou, interrompeu o beijo. Ela não sabia o que ele estava fazendo, mas já havia visto as fotos que ele tirava, e a teia intrincada que ficava na parte das costas era tão bela quanto as linhas de cordas que enfeitavam seu tronco pela frente, destacando seus seios.

Mas o mais importante era a sensação de ser envolvida…A cada vez que ele apertava a corda após uma volta, sentia seu coração acelerar…e sua buceta ficar ensopada, a esta altura…latejando levemente…

torso de modelo amarada com TKRaul completou as voltas que passavam embaixo dos seios, e encilhou as cordas entre os braços e o tronco de modo a que travassem a amarração e tolhessem mais os movimentos. Mais uma vez, passou seus dedos entre as faixas acima e abaixo dos seios, para deixá-las bem lisas e uniformes…aproveitando para palmear levemente os seios, os mamilos entre o polegar e o indicador como se fosse apertar…

Ela se preparou para a dor aguda do mamilo sendo apertado, que não veio, e deixou o ar sair quando percebeu…isso não a fez relaxar…o não saber o que ele iria fazer sempre a deixava excitada, desnorteada…e feliz. A sensação de liberdade que isso trazia poucas pessoas poderiam entender…

Ele a virou de frente, sorrindo.

– Vejo que você está suspirando…melhor deixar sua boca aberta para melhorar a passagem do ar…

Ele se inclinou, pegando a spider gag que veio junto com as cordas, e ficou segurando-a em frente ao rosto de Dani…ele alisava o aro de metal, verificava as tiras de couro que pendiam das laterais…como se ela não estivesse ali, amarrada em frente a ele.

Dani se moveu um pouco no mesmo lugar, resultado da ansiedade excitação. Dessa vez não seria preciso adivinhar o que viria.

– Abra – ele disse certo de que ela entenderia e obedeceria sem hesitar. Ela abriu a boca lentamente, seus olhos também abertos, arregalados.

Raul inseriu o aro de metal delicadamente dentro da boca, enquanto as “pernas” da aranha se projetavam sobre os dois lados do rosto de Dani. Ele dessa vez deu a volta em torno do corpo dela, afastando-lhe os cabelos e os jogando para a frente do corpo, para que pudesse afivelar as tiras de couro e prender a mordaça no lugar. Ele apertou bastante.

Um ruído do fundo da garganta foi o que Dani emitiu, ajustando os maxilares àquela posição forçada, seus dentes mordendo o metal… e seus lábios que não ultrapassavam a barreira das hastes, forçando a boca a ficar bem aberta. Ela sabia que não iria demorar para começar a salivar…e sabia o quanto ele adorava isso.

– Imagino que esteja respirando melhor – ele disse sentando-se no sofá e a virando de frente para ele, ainda em pé. Ele se recostou e ficou simplesmente olhando…a amarração, a mordaça, o corpo os olhos…

Boca de mulher com uma mordaça tipo "spider gag"Dani perdeu a noção do tempo em que ele ficou ali, como um espectador atento. Ele tinha esse lado voyeur que se expressava de diversas formas, mas geralmente discreto. Agora, estava bem explícito. Ela sentiu o excesso de saliva começar a descer lentamente, sua língua se movendo de forma irregular.

Raul se inclinou para a frente, e sua mão foi para o meio das pernas de Dani. Ele introduziu o dedo médio lentamente, indo bem fundo, curvando-se dentro dela…massageando…sondando…

-Aaahh…. – Ela gemeu, a cabeça se inclinado para trás, acelerando um fio de saliva que escorria pelo rosto e descia pelo pescoço.

Raul sorriu.

– Gostei do resultado. Vou ficar algum tempo aqui, melhor você abrir mais as pernas.

Dani olhou para Raul, a boca aberta aumentando seu sentimento de vulnerabilidade…Ela abriu as pernas enquanto ele introduziu mais um dedo. Ela lutou para se equilibrar…e gemeu mais…

 

Continua…

 

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